quarta-feira, 23 de janeiro de 2013




   Adorei este livro! 
   O xarope do Marquês de João Aguiar retrata uma aventura de quatro adolescentes que vão viver em Oeiras. Tudo começa com um simples xarope que está envenenado com uma droga. 
   Aconselho toda a gente a ler este livro!!!


Francisca Veiga, 5.ºD

terça-feira, 30 de outubro de 2012




Recados da mãe, de Maria Teresa Maia Gonzalez

Esta emocionante história dá-nos a conhecer o drama das crianças que ficam órfãs.
Clara e Leonor tiveram a sorte de ter na família alguém que as acolhesse em casa, as protegesse e as mandasse estudar, em suma, tudo o que elas precisavam e assim, minimizar a ausência da mãe.
Mas, no mundo em que vivemos, há milhares de crianças que perdem a mãe ou a mãe e o pai, ficando sós e desamparadas no mundo, ou seja, sem amor. Muitas vezes acodem a estas desgraças, entidades religiosas ou casas dedicadas a esta causa.


Ana Camarinha- 6º D




Gostei muito de ler este livro. É uma história simples sobre a vida de uma família numa aldeia do Norte de Portugal, nos meados dos anos 60 do século XX. Abílio (personagem principal da história) aprende que " o conhecimento é a melhor ferramenta para sairmos airosamente da mediocridade", ou seja, devemos conhecer melhor as coisas para sermos superiores.
Uma história repleta e cheia de sonhos e esperança."Ninguém perguntou por mim" é o 12º romance da coleção de livros de António Mota, que tem muitos títulos incluídos no Plano Nacional de Leitura.
Recomendo a leitura deste livro.
Eduarda Pinto 7ºA

terça-feira, 16 de outubro de 2012



Eu li o livro O fantasma do grande hotel, de Geronimo Stilton e gostei muito!
Aceita o desafio e lê-o tu também.


Juliana Araújo, 5.º D



Achei este livro muito interessante, aprendi que não se deve ter medo de partir para as aventuras. Recomendo este livro a todos!


Francisca Veiga, 5ºD

domingo, 14 de outubro de 2012

Achei este livro  divertido e apropriado para a minha idade. Aprendi que são mais importantes os amigos do que uma casa com recordaçoes do nosso verdadeiro amor e também  que não são necessárias recordações para o lembrar, pois ele estará sempre no nosso coração.

Recomendo a leitura a todos!
Marta Quintas 5ºD

segunda-feira, 14 de maio de 2012




                                            Dietas e Borbulhas de Maria Teresa Maia Gonzalez

   
Esta obra é muito enriquecedora e alerta para a importância dos problemas dos jovens em geral, das doenças na adolescência e é a prova de que os adolescentes são pessoas normais, com muitos problemas. Acho que esta obra, tal como toda esta coleção e livros da autora, não só deveriam ser recomendados aos jovens, mas também aos pais e educadores, para que os percebam e aprendam a compreender e a trabalhar com eles.

Ana Camarinha, 6.ºD




O Diário de Sofia e C.a (aos 15 anos), de Luísa Ducla Soares

Achei este livro interessante, divertido e realista, porque pude estar na pele da Sofia a imaginar todas as aventuras por que ela passou. Estou convencida de que, quem ler este livro, vai refletir sobre os problemas que “inundam” ,nos dias de hoje, a adolescência, como o aborto, as drogas...
Sofia era uma menina... E uma vez, no seu aniversário, recebeu um diário. Num dia chuvoso, em que Sofia remexia na sua gaveta, encontrou um livro em branco, o diário que há anos tinha recebido. Ela gostava de escrever, mas a fama tentou-a. Nesta aventura, Sofia sente que tudo é novo na sua vida, que a criança que outrora vivia em si tinha desaparecido.
É então que Sofia conhece o novo amor, o Miguel, que para além de ser seu amigo, era o seu companheiro de estudo. Sofia descobriu toda a dolorosa história sobre o mundo das drogas e dos abortos.
Por isso, como não era só ela própria, o seu cão, a sua família e os seus amigos decidiu chamar ao diário “Diário de Sofia e C.a (aos 15 anos)”.


Ana Camarinha
6ºD

terça-feira, 10 de abril de 2012







Adorei ler este livro! Ensinou-me fantásticas histórias de vida que me alertaram para os acontecimentos do mundo. Recomendo-o a todos!




Mariana Monteiro 7ºA

sexta-feira, 16 de março de 2012




    Enid Mary Blyton
 nasceu a 11 de Agosto de 1897, num pequeno andar sobre uma loja em Lordship Lane, Zona este de Dulwich em Londres. A sua família mudou-se para Beckenham em Kent quando tinha alguns meses de idade, local onde Enid e os seus irmãos, Hanly e Carcey passaram a sua infância. Hoje Beckenham é uma cidade ativa, mas no século passado era uma localidade calma e rural. Enid foi uma apreciadora da história natural e recordava sempre os passeios que fazia com o seu pai Thomas Blyton. Ele ensinou-lhe tudo sobre a natureza: animais, insectos, aves e plantas, que viviam nos campos em volta da sua casa. O seu entusiasmo pelo estudo da natureza foi muito importante para o resto da sua vida, onde aplicou os conhecimentos em muitos livros, histórias poemas e artigos. Também gostava muito de ler. Lia tudo o que lhe caía nas mãos, até enciclopédias difíceis. Com o incentivo do pai, começou a inventar as suas próprias histórias e poemas. Tal como gostava de escrever, também detestava ajudar em casa e cuidar dos seus irmãos mais pequenos. A sua mãe Theresa não compartilhava nenhum interesse de Enid ou do seu pai. Com o tempo Thomas e Theresa concluíram que já não tinham nada em comum, separando-se quando Enid tinha 13 ou 14 anos, tendo ficado com a sua mãe. Enid sofreu muito com a saída do pai. Thomas foi um bom pianista e tinha planeado uma carreira musical para a sua filha, mas em 1916 Enid decidiu que a única coisa que queria era estudar para professora. Telefonou ao pai e convenceu-o a assinar os papéis necessários e um ano depois começou a estudar para professora primária, em Ipswich High Scholl~.

   Tempos depois, nas suas horas vagas, começou a escrever seriamente. No início, Enid Blyton teve dificuldade em encontrar um editor para publicar as suas histórias e durante alguns anos o seu trabalho foi negado constantemente. Como era uma pessoa determinada Enid não desistiu e continuou a escrever em cada minuto que tinha livre.
   Enid Blyton nunca foi tão feliz como quando escrevia as suas histórias. Ela foi uma autora de nascimento e dai lhe ter sido fácil a criação de novos personagens e histórias. Na sua autobiografia, escreveu como criava uma nova história. Nunca a planeava antes de a escrever na máquina. Somente a colocava nos seus joelhos, fechava os olhos e imaginava a história: “É como espreitar por uma janela, ou um filme na minha cabeça, ver os meus personagens e escrever tudo no papel”. Foi uma prenda divina que lhe deu a força para escrever muitos livros e histórias. Entre Janeiro de 1940 e Dezembro de 1949, Enid Blyton tinha publicado mais de 200 livros, e nos anos 50 foram mais de 300! E não foi tudo, também respondia a centenas de cartas dos seus pequenos leitores, autografava livros, lia em público e sobretudo ajudava a angariar fundos para fins de caridade. Também tinha alguns passatempos, como jogar golfe e bridge.
Em 1974 Barbara Stoney escreveu a “Enid Blyton the Biography”, que revela a história verdadeira da sua vida.Passados 37 anos desde a sua morte, os livros de Enid continuam tão populares e a serem vendidos como edições anteriores, tanto em Inglaterra como em todo o mundo, incluindo Portugal. Quantos de vocês não conhecem ou não têm em casa um livro da Enid Blyton etc. As suas histórias e personagens foram reproduzidas em jogos, séries de televisão, revistas, banda desenhada, filmes e teatro. Mas onde está o segredo de todo este êxito? Em primeiro lugar, foi uma autora de nascença, sabia exatamente o que as crianças e jovens gostariam de ler; nas suas histórias o mundo é novo e verde, os dias, grandes e com sol; os adultos não chateavam muito e as crianças poderiam fazer tudo o que desejassem: explorar túneis secretos, acampar em ilhas com árvores e toda a natureza à volta, descobrir mistérios, procurar tesouros e até “vagabundear” no meio ambiente com carroças puxadas a cavalos. É um mundo mágico onde os bons ganham, a comida é em abundância e há sempre um final feliz. Pode haver melhor coisa que se queira ter? Todos os anos é prestado um tributo a esta autora, o chamado “Enid Blyton Day”, organizado pela Enid Blyton Society. Neste dia reúnem-se entusiastas que compram, trocam e vendem livros e outros colecionáveis. São realizadas palestras e convidados falam de variados assuntos.


Trabalho realizado pelas alunas do 6.º D
Eva Cunha, Beatriz Gomes, Maria João Fernandes e Cátia Ribeiro