sábado, 11 de fevereiro de 2017



Como leitora, o que eu gostei mais nesta obra, O Guarda da Praia, foi a amizade que se criou entre a rapariga e o Dunas e pelo facto de ser uma obra cativante em que se lê um capítulo e apetece logo ler o seguinte para obter respostas a certas perguntas sobre a vida do Dunas. Apreciei também o pormenor interessante do rapaz ter medo do Velho da mata e ele ser o seu avô.
O que eu gostei menos foi o desaparecimento do Velho pois preferia que ele tivesse voltado para o lado de Sara e que não fosse viver para a América, já que ficou uma dúvida no ar: “Será que eles se voltarão a ver?”
Para concluir, apesar de não ter sido tudo como eu gostava, eu adorei este livro.

Carolina Baptista, 7.º B

O Guarda da Praia impressionou-me por ser um romance cujo protagonista tem o mesmo nome que eu, o que me levou a gostar mais dessa personagem.
Também gostei da ligação e do amor escondido entre as personagens e do desenvolvimento do texto, em que o leitor vai descobrindo a história na progressão da leitura, entendendo melhor o significado dos capítulos um após outro. Destaco com menção especial o primeiro e o último capítulos por serem realmente tocantes.
Não gostei tanto que as duas personagens não se tivessem tornado oficialmente namorados no final. Eu acho que isso dava um bocadinho de temperatura à história.

Luís França, 7.º D

O que mais me impressionou na obra O Guarda da Praia foi por de falar sobre o amor entre Dunas e Concha, o carinho e a paixão que sentiam um pelo outro.  
Acho que o texto é magnífico, principalmente por tratar de um romance à beira-mar, com muita criatividade por parte da autora, Maria Teresa Gonzalez.
O único detalhe de que não gostei foi de Dunas ter ido viver para a América com o seu pai, em vez de ter ficado com a escritora. Mas compreendo, pois, afinal, eram pai e filho e todos devem seguir os seus sonhos.

Daniela Correia, 7.º C

Nesta obra o que mais me impressionou foi a ligação que Dunas e a narradora criaram. Eram duas pessoas que não se conheciam, mas que estavam intimamente ligadas  como se se pertencessem mutuamente.
Apesar de as suas vidas serem muito diferentes nada impediu que Dunas abrisse o seu coração para com ela e a deixasse entrar no seu “mundo”. A narradora, por sua vez, ganhou um amor a este menino quase de mãe o que me mostrou que, por mais difícil que a vida seja, há sempre alguém que nos faça enfrentar os nossos medos e que esteja lá para nós. É, por isto que a ligação deles me marcou.

Inês Gonçalves , 7.ºC

        Eu gostei muito do livro, porque a história era engraçada e os seus personagens também.
        Embora não gostasse muito do final, não vejo o porquê de não ler este livro.
        Havia partes divertidas, partes mais “chatas”, havia aqueles momentos em que nos apetecia saltar para o último capítulo para saber se eles tinham ficado juntos, se ela acabou o romance e se alguém tinha morrido.
        Eu acho que toda a gente da minha idade devia ler o livro, porque é muito bom.


José Eduardo Santos, 7.ºE


sábado, 22 de novembro de 2014



O título do meu livro preferido é “O diário de um Banana ORA BOLAS 8” cujo autor é Jeff Kinney e a editora Booksmile. Recebi-o de uma colega da minha turma no meu 11.º aniversário.
O livro fala do Greg (personagem principal) que perdeu o seu único amigo, o Rowleys e a partir daí acontecem-lhe muitas coisas estranhas e cómicas. Passo a relatar alguns episódios: o que me recordo mais, foi quando o Greg encontrou a aliança da avó que era muito valiosa. Ela era quem escondia os ovos na Páscoa, mas ela exagerava nos sítios onde os escondia. Por exemplo, uma vez escondeu um ovo na sanita! O Greg quando encontrou a aliança, pensou numa série de coisas, mas pô-la no armário da mãe.
Outro episódio engraçado do livro está relacionado com a metamorfose das lagartas. Uma semana antes das lagartas se transformarem em borboletas, o Greg por lapso, colocou a caixa que continha as lagartas, em cima do aquecedor e elas morreram.
Escolhi este livro porque o achei engraçadíssimo e tem um vocabulário próprio para a minha idade. Recomendo este livro a todos os meus amigos e familiares.
Não percam os outros livros do Greg O diário de um Banana 1; O diário de um Banana O RODRICK É TERRÍVEL 2;  O diário de um Banana A ÚLTIMA GOTA 3, O diário de um Banana UM DIA DE CÃO 4; O diário de um Banana A VERDADE NUA E CRUA 5;  O diário de um Banana TIREM-ME DAQUI 6 ;  O diário de um Banana… E O FILME, e O diário de um Banana… E O MEU”.

Guilherme Monteiro – 6ºA



O meu livro preferido chama-se “O segundo ano no Colégio das Quatro Torres”. Tenho a 5ª edição que foi escrita por Enid Blyton e é da editora “ Leya”. O livro está dividido por capítulos.
Tenho este livro desde dezembro do ano passado, porque me foi dado pelo Guilherme da nossa turma, nos meus anos.
Eu escolhi este livro, porque assim que o comecei a ler motivou-me bastante e em dois dias já tinha lido dois capítulos. Só vou contar o primeiro para ficarem com curiosidade por conhecer toda a história!
Um dia a Diana, que era uma aluna desse colégio situado na Cornualha, ia para o segundo ano e estava cheia de saudades, pois tinha estado de férias. Ela estava entusiasmadíssima por regressar, mas ainda tinha muito que esperar uma vez que o colégio ficava longe.
Os Rivers, pais da Diana, ofereceram boleia à melhor amiga dela, a Celeste Hoppe, pelo que as duas iam entretidas ora a tagarelar, ora a dormitar. Os Rivers iam à frente, um a dormir o outro a conduzir.,Esperava-as uma enorme viagem até à Cornualha…


É fantástico e motivador. Aconselho-vos a ler. É mesmo fixe!

Inês Dias, 6º A

terça-feira, 4 de novembro de 2014


O meu livro preferido chama-se : «O pássaro da cabeça e mais versos para crianças» e é da autoria de Manuel António Pina.
No livro podemos ler vários poemas, mas para mim o que se destacou foi  «O aviador inventor».
Decidi escolher este livro de poemas, porque gosto de declamá-los e também porque gosto da maneira de como o poeta exprime os seus sentimentos.
Este livro veio-me parar ás mãos por causa de um concurso que se realizou na minha escola.
Eu recomendaria este livro a algumas das minhas colegas, porque também gostam de declamar poesia . Além disso quando lemos poemas a nossa imaginação começa  a crescer e vamos para outro planeta.

Luana Ribeiro
6ºA

segunda-feira, 3 de novembro de 2014


   O livro de que eu mais gosto chama-se Exploradores Intrépidos de Anita Ganeri.
   Este livro foi-me dado numa festa de Natal da GNR e escolhi-o de entre três livros que puseram à minha disposição e, sem pensar duas vezes, agarrei logo este como se fosse algo muito importante.
  O livro tem como assunto a vida dos primeiros homens a habitar a terra que foi praticamente há 3,5 milhões de anos. Estes viajavam sem parar para poderem sobreviver. Caçavam animais selvagens para a sua alimentação, abrigavam-se em grutas escuras e perigosas e fugiam para muito longe dos horrorosos glaciares que cobriam a Terra. Nunca sabiam onde estavam e fascinavam-se  facilmente com tudo o que os rodeava. Eram exploradores intrépidos, andavam dias, dias e mais dias em busca de uma coisa que, nos nossos tempos, não damos importância, mas naquele tempo era inacreditável.Para eles ficar muito tempo parados significava " comichão nos pés".
   Escolhi este livro pelas fantásticas ilustrações, pelo título, pela autora, e pelo facto de ser um livro do Plano Nacional de Leitura - Ler+.
  Eu recomendava este livro porque é fascinante e aprende-se muito sobre História e Geografia. 

Rúben, 6º A     

   O meu livro preferido chama-se Frankenweenie. Trata-se de um livro baseado num filme realizado por Tim Burton e adaptado por Elisabeth Rudnick.

   Um dia, enquanto estava a ver televisão, apareceu uma publicidade na televisão sobre o filme Frankenweenie. Uns dias mais tarde, encontrei em destaque um livro com o mesmo nome na biblioteca da escola e decidi requisitá-lo.
   Este livro conta a história de um rapaz chamado Victor que vive com os seus pais e o seu cão Sparky.
   Victor adora fazer experiências e criar filmes em 3D. Mas num dia normal como todos os outros Sparky tem um terrível acidente e é atropelado. Dias mais tarde, na aula de ciências falaram de como reanimar e dar vida a alguém que já morreu e, assim Victor decidiu experimentar.
   Nessa noite pegou em Sparky e fez essa experiência. Mas os amigos descobriram e pediram-lhe para fazer o mesmo com outros animais,  só que os animais tornam-se monstros e tem que os matar.

   Eu gostei de ler e recomendo-o a todos os meus colegas.

Liliana Meneses, 6.ºA




O meu livro preferido chama-se Novas histórias de princesas e fadas, da editora Civilização e a minha história preferida é “A ninfa da floresta “.     
Este livro foi-me oferecido pelos meus pais aos oito anos, num dia em que fui às compras com eles. Fala sobre uma ninfa que estava sempre a falar e um dia o rei, tão farto de a ouvir,  enfeitiçou-a, para ela ficar sem falar. Passados alguns dias, estava aborrecido de tanto silêncio. Foi nesse mesmo instante que Violeta recuperou a fala e resolveu dar um passeio pela floresta, onde encontrou um príncipe que estava perdido. Olhando para os seus olhos melancólicos e ouvindo a sua voz profunda apaixona-se e perde a fala novamente.
Identifico-me com este livro, porque eu sou um pouco como a ninfa.

Margarida Queirós, 6º A


  O meu livro preferido é o Diário de um Banana  escrito por Jeff Kinney. O livro tem muitos títulos e está organizado como um diário.
  Trata do dia-a-dia de um rapaz de treze anos chamado Greg Heffley que, no fim da escola, escreve no seu diário.
  Tem um irmão mais velho chamado Rodrick que o faz passar por momentos embaraçosos. Greg tem ainda a companhia dos seus pais, Frank e Susan mas também de Manny (irmão mais novo) e a do seu melhor amigo Rowley Jefferson.
  Vou falar-vos um pouco desse livro e contar um episódio de que gostei particularmente.
  Numa noite, Rodrick acordou, levantou-se e foi chamar Greg e disse-lhe que ele tinha dormido o verão inteiro e que era o primeiro dia de aulas. Mas, na verdade, Greg não tinha dormido o verão inteiro e eram três da manhã. Ele levantou-se, vestiu-se e foi tomar o pequeno-almoço. O pai, ouvindo barulho, foi à cozinha e perguntou-lhe se ele estava maluco porque eram três da manhã. Greg respondeu-lhe que tinha sido o Rodrick que lhe tinha dito que já era de manhã. Rodrick foi castigado e Greg saiu impune.
  Decidi ler este livro, porque achei piada ao seu título «O Diário de um Banana» mas também às suas personagens.
 Recomendo este livro porque é divertido, ajuda-nos a ler melhor e também é entusiasmante.


Ângelo, 6º A

quinta-feira, 23 de outubro de 2014


   O meu livro preferido tem como título Meu fito, Meu feito, foi escrito por Vergílio Alberto Vieira, ilustrado por Elisabete Ferreira e tem como editora “Trinta por uma Linha”.
   Este livro é um livro de poesia com dezassete poemas e vinte e quatro páginas.
   Este livro foi-me oferecido quando o escritor veio à minha escola. Como tinha ficado em terceiro lugar num concurso de leitura que a Biblioteca Escolar realizou, recebi o livro como prémio. O escritor foi muito simpático, ele até me assinou o livro e escreveu uma dedicatória.
   Eu gosto muito do livro porque tem poesias muito cómicas e engraçadas e as ilustrações também estão espetaculares. Alguns dos título dos poemas são “Cubo Mágico”, “Troca-Teclas” e “Ode ao vinho”.
   É um livro muito engraçado e recomendo a todos os que gostam de poesia e que gostam de ser rir com a poesia!

Beatriz, 6.ºA

terça-feira, 13 de maio de 2014


                                                           Voar na História

        A escritora minhota, Mariana Morais Pinheiro, revela-nos o seu romance de estreia, O Falcão de Bonaparte do qual saboreei, deliciosamente, a sua leitura, rica em referências históricas, patrióticas e amorosas.
     Inicialmente, este romance histórico  leva-nos numa viagem repleta de emoções, baseando-se nos conceitos da guerra e da paixão, cuja história apaixonante se desenrola no decorrer da 2.ª invasão francesa.
        Esta riqueza referencial faz com que este romance seja único em qualquer parte do mundo, transportando propriedades raras, tais como, a variedade das prodigiosas descrições, subtis e complexas. Quanto à autora deste livro, revela uma atitude carismática, assim, a sua escrita motivadora, rica em advérbios e adjetivos que acentuam permanentemente as emoções e fazem transparecer a coligação do cenário da guerra e o do amor.
        Em suma, aconselho a leitura do romance aos adultos e jovens, assim fazendo enaltecer as raízes históricas da nossa Nação e fortalecendo o conhecimento da nossa História e da nossa cultura.

José Ricardo, 9.ºA