segunda-feira, 3 de novembro de 2014


   O livro de que eu mais gosto chama-se Exploradores Intrépidos de Anita Ganeri.
   Este livro foi-me dado numa festa de Natal da GNR e escolhi-o de entre três livros que puseram à minha disposição e, sem pensar duas vezes, agarrei logo este como se fosse algo muito importante.
  O livro tem como assunto a vida dos primeiros homens a habitar a terra que foi praticamente há 3,5 milhões de anos. Estes viajavam sem parar para poderem sobreviver. Caçavam animais selvagens para a sua alimentação, abrigavam-se em grutas escuras e perigosas e fugiam para muito longe dos horrorosos glaciares que cobriam a Terra. Nunca sabiam onde estavam e fascinavam-se  facilmente com tudo o que os rodeava. Eram exploradores intrépidos, andavam dias, dias e mais dias em busca de uma coisa que, nos nossos tempos, não damos importância, mas naquele tempo era inacreditável.Para eles ficar muito tempo parados significava " comichão nos pés".
   Escolhi este livro pelas fantásticas ilustrações, pelo título, pela autora, e pelo facto de ser um livro do Plano Nacional de Leitura - Ler+.
  Eu recomendava este livro porque é fascinante e aprende-se muito sobre História e Geografia. 

Rúben, 6º A     

   O meu livro preferido chama-se Frankenweenie. Trata-se de um livro baseado num filme realizado por Tim Burton e adaptado por Elisabeth Rudnick.

   Um dia, enquanto estava a ver televisão, apareceu uma publicidade na televisão sobre o filme Frankenweenie. Uns dias mais tarde, encontrei em destaque um livro com o mesmo nome na biblioteca da escola e decidi requisitá-lo.
   Este livro conta a história de um rapaz chamado Victor que vive com os seus pais e o seu cão Sparky.
   Victor adora fazer experiências e criar filmes em 3D. Mas num dia normal como todos os outros Sparky tem um terrível acidente e é atropelado. Dias mais tarde, na aula de ciências falaram de como reanimar e dar vida a alguém que já morreu e, assim Victor decidiu experimentar.
   Nessa noite pegou em Sparky e fez essa experiência. Mas os amigos descobriram e pediram-lhe para fazer o mesmo com outros animais,  só que os animais tornam-se monstros e tem que os matar.

   Eu gostei de ler e recomendo-o a todos os meus colegas.

Liliana Meneses, 6.ºA




O meu livro preferido chama-se Novas histórias de princesas e fadas, da editora Civilização e a minha história preferida é “A ninfa da floresta “.     
Este livro foi-me oferecido pelos meus pais aos oito anos, num dia em que fui às compras com eles. Fala sobre uma ninfa que estava sempre a falar e um dia o rei, tão farto de a ouvir,  enfeitiçou-a, para ela ficar sem falar. Passados alguns dias, estava aborrecido de tanto silêncio. Foi nesse mesmo instante que Violeta recuperou a fala e resolveu dar um passeio pela floresta, onde encontrou um príncipe que estava perdido. Olhando para os seus olhos melancólicos e ouvindo a sua voz profunda apaixona-se e perde a fala novamente.
Identifico-me com este livro, porque eu sou um pouco como a ninfa.

Margarida Queirós, 6º A


  O meu livro preferido é o Diário de um Banana  escrito por Jeff Kinney. O livro tem muitos títulos e está organizado como um diário.
  Trata do dia-a-dia de um rapaz de treze anos chamado Greg Heffley que, no fim da escola, escreve no seu diário.
  Tem um irmão mais velho chamado Rodrick que o faz passar por momentos embaraçosos. Greg tem ainda a companhia dos seus pais, Frank e Susan mas também de Manny (irmão mais novo) e a do seu melhor amigo Rowley Jefferson.
  Vou falar-vos um pouco desse livro e contar um episódio de que gostei particularmente.
  Numa noite, Rodrick acordou, levantou-se e foi chamar Greg e disse-lhe que ele tinha dormido o verão inteiro e que era o primeiro dia de aulas. Mas, na verdade, Greg não tinha dormido o verão inteiro e eram três da manhã. Ele levantou-se, vestiu-se e foi tomar o pequeno-almoço. O pai, ouvindo barulho, foi à cozinha e perguntou-lhe se ele estava maluco porque eram três da manhã. Greg respondeu-lhe que tinha sido o Rodrick que lhe tinha dito que já era de manhã. Rodrick foi castigado e Greg saiu impune.
  Decidi ler este livro, porque achei piada ao seu título «O Diário de um Banana» mas também às suas personagens.
 Recomendo este livro porque é divertido, ajuda-nos a ler melhor e também é entusiasmante.


Ângelo, 6º A

quinta-feira, 23 de outubro de 2014


   O meu livro preferido tem como título Meu fito, Meu feito, foi escrito por Vergílio Alberto Vieira, ilustrado por Elisabete Ferreira e tem como editora “Trinta por uma Linha”.
   Este livro é um livro de poesia com dezassete poemas e vinte e quatro páginas.
   Este livro foi-me oferecido quando o escritor veio à minha escola. Como tinha ficado em terceiro lugar num concurso de leitura que a Biblioteca Escolar realizou, recebi o livro como prémio. O escritor foi muito simpático, ele até me assinou o livro e escreveu uma dedicatória.
   Eu gosto muito do livro porque tem poesias muito cómicas e engraçadas e as ilustrações também estão espetaculares. Alguns dos título dos poemas são “Cubo Mágico”, “Troca-Teclas” e “Ode ao vinho”.
   É um livro muito engraçado e recomendo a todos os que gostam de poesia e que gostam de ser rir com a poesia!

Beatriz, 6.ºA

terça-feira, 13 de maio de 2014


                                                           Voar na História

        A escritora minhota, Mariana Morais Pinheiro, revela-nos o seu romance de estreia, O Falcão de Bonaparte do qual saboreei, deliciosamente, a sua leitura, rica em referências históricas, patrióticas e amorosas.
     Inicialmente, este romance histórico  leva-nos numa viagem repleta de emoções, baseando-se nos conceitos da guerra e da paixão, cuja história apaixonante se desenrola no decorrer da 2.ª invasão francesa.
        Esta riqueza referencial faz com que este romance seja único em qualquer parte do mundo, transportando propriedades raras, tais como, a variedade das prodigiosas descrições, subtis e complexas. Quanto à autora deste livro, revela uma atitude carismática, assim, a sua escrita motivadora, rica em advérbios e adjetivos que acentuam permanentemente as emoções e fazem transparecer a coligação do cenário da guerra e o do amor.
        Em suma, aconselho a leitura do romance aos adultos e jovens, assim fazendo enaltecer as raízes históricas da nossa Nação e fortalecendo o conhecimento da nossa História e da nossa cultura.

José Ricardo, 9.ºA

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014


Emoção e Ternura.

O escritor brasileiro, José Mauro de Vasconcelos, revela-nos um romance “O Meu Pé de Laranja Lima”, cuja deliciosa leitura apreciei profundamente.
Simplificando, este romance pretende contar a história de um menino com o nome de Zezé que, durante a sua infância, irá vivenciar boas e más experiências.
O modo como o escritor descreve essas experiências e os locais onde as mesmas ocorrem, é revelado em cada palavra do romance de uma forma simples, cativante e variada. Este, é carregado de emoção e faz-nos reviver memórias imperdíveis da nossa infância, muito importantes na vida de cada um.
Por outro lado, este texto prodigioso transporta nas suas palavras uma carga de sensibilidade, carinho e ternura.
            Concluindo, recomendo a leitura deste romance à população juvenil e adulta, pois a sociedade adulta precisa de deixar viver em si um pouco da infância perdida, uma vez que o pensamento apenas focado na crise ou na austeridade a retiram-nos a capacidade de transmitirmos afeto ou ternura na nossa sociedade.

José Ricardo Alves Coelho, Nº12, 9ºA


sexta-feira, 14 de junho de 2013


Título: Robinson Crusoé
Autor: Daniel Defoe
Ilustrador: Luís França
Editora:  Lisboa Editora
Local e ano de edição:  Agosto 2008
   Na minha opinião, considero que o livro é muito interessante pelo facto de me permitir conhecer melhor a vida de um náufrago e novas palavras relacionadas com aventuras marítimas.
   O livro relata inúmeras aventuras vividas ou fantasiadas pelo narrador  Robinson Crusoé.
   Quando o começamos a ler não conseguimos parar, pois desperta-nos muita curiosidade e parece que conseguimos imaginar-nos nos sítios que o narrador descreve e  que “somos nós que estamos dentro da história”, como por exemplo na ilha deserta onde Robinson permaneceu durante 36 anos.
   No meu ponto de vista qualquer pessoa que gosta do mar e de viajar vai adorar ler o livro, uma vez que trata de viagens por mares desconhecidos.
   Eu adorei ler a parte da história em que Robinson consegue sobreviver com os poucos recursos  que tinha e não desiste de lutar para tentar sair daquela ilha.
   Aconselho todos a lerem este livro de viagens e sobrevivência!


Gabriela Freitas - 6.ºA

terça-feira, 4 de junho de 2013


  

   Na minha opinião este livro é interessante. Não conseguia parar de o ler! 
   Quando estava a ler o livro “Maldita Matemática!” não sabia onde estava! Eu entrei completamente na história! Eu sentia – me como se fosse a personagem principal. 
   Neste  conto, João, a personagem principal  queria uma bicicleta “ Ralling”. Mas o seu pai disse-lhe que para isso era preciso ter uma boa nota no teste de matemática… Ele sempre detestara matemática. Mal o seu pai lhe disse isso, ele ficou muito pálido e fechou-se no quarto a estudar matemática. Que grande tristeza a do João!
   No dia seguinte era o teste, mas infelizmente deixou a folha em branco e tirou zero.         Pobre do João!
   Será que vai conseguir a tão desejada bicicleta?
   Aconselho-vos a ler este livro muito interessante e a descobrir o final.

Rui Nogueira, 6º A



Em “Marley & Eu” de John Grogan é evidenciado o relacionamento humano, o carácter de lealdade , amizade e companheirismo.
“Não é preciso gostar -se de cães para se apreciar esta história”, mas sim perceber que um cão, um amigo de quatro patas, não fala mas sente o amor, o carinho e o afeto das pessoas e é indiferente ao estatuto social dos seus donos. O importante nestas 352 páginas  é deixar que a leitura nos transporte para o campo das emoções.


Eduarda Pinto, 8ºA