terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Eu gostei imenso da obra Nero Corleone,  pois fala-nos de animais fofinhos. Este livro agradou-me, abriu-me a imaginação, deu vida à minha alma.
O livro fala-nos de alguns gatos, os principais são a Rosa e o Nero  que  são muito engraçados e traquinas. Aproveitam a sua fofura para controlar as pessoas. São também trapalhões, principalmente a Rosa.
Por estas razões eu recomendo a leitura da obra a todos, principalmente às crianças mais novas. Esta história é capaz de vos animar.


Alexandre Monteiro - 5º B 
A obra  “ A Viúva e o Papagaio” é um livro que eu recomendo a qualquer pessoa.
Acho que é um livro  onde se apresentam vários momentos de felicidade mas também momentos de grande sacrifício. A viúva encara o papagaio de forma extraordinária, quando o vê e aí começa uma grande amizade e cumplicidade.
Eu gosto muito deste livro também por uma outra razão, apesar de alguma tristeza dá-nos grandes lições de vida, que nunca esqueceremos.
Por estas e por outras razões recomendo a leitura da obra. Vão ver que vão gostar.


Alice Loureiro Gomes - 5º B

sábado, 11 de fevereiro de 2017


O conto O Fantasma de Canterville de Oscar Wilde passa-se fundamentalmente, numa mansão nos arredores da Vila de Ascot, no século XIX e é protagonizado por uma família americana. A esta pertencem Mr. Otis e a esposa, Washington, Vírginia e os filhos gémeos que acabam de se mudar para uma casa, alegadamente, assombrada.
A ação retrata a diferença entre as formas de pensar e ideais da sociedade americana, muito liberalista e cética, ilustrando os ideais republicanos americanos (a família Otis é exemplo disso) e a sociedade britânica, muito mais conservadora, apresentando a ideologia monárquica inglesa (a família Canterville ilustra isso).
Penso que este conto está muito bem escrito e apreciei a história, sendo que uma das razões para gostar dele é o facto de representar bem a distinção das duas sociedades tão próximas, mas ao mesmo tempo tão distantes.
Carolina Gomes, 9.º D

          Neste texto vou apresentar alguns aspetos importantes sobre a obra O Fantasma de Canterville escrito por Oscar Wilde.
Esta história passa-se principalmente no Castelo de Canterville, no século XIX e as personagens mais ativas na ação são o fantasma, Lorde Canterville, Mr. Otis, Mrs. Otis e os seus quatro filhos.
Esta obra fala sobre um fantasma que assombrava o castelo de Canterville há três séculos mas perdeu a sua forma quando o castelo teve um novo proprietário. Isto aconteceu pois o antigo proprietário era britânico, ou seja, provinha de uma cultura mais religiosa que acreditava em fantasmas. Mr. Otis era americano, mais prático e decidido, logo não tinha medo.
        Gostei muito do conto, pois descreve a realidade de dois países de língua inglesa. Recomendo a leitura porque é de fácil interpretação e causa um pouco de suspense.
Pedro Raimundo, 9.º D

           
Esta obra, intitulada” O Fantasma de Canterville”, foi escrita por Oscar Wilde.
A ação passa-se no século XIX, no castelo de Canterville e algumas das personagens são Mister Otis, sua mulher, seus filhos e o velho fantasma.
        O assunto da obra anda à volta da venda do castelo de Canterville a uma família americana, de mentalidade moderna, pelos antigos donos, uma família inglesa muito conservadora e antiga, mas, também das misteriosas aparições do fantasma, que nada assustava aquela família.
        Esse fantasma não gostava daquela família por estes serem demasiado materialistas excetuando Virgínia.
        De modo geral recomendo este conto, porque retrata duas realidades diferentes do século XIX e pelo modo curioso como foi escrito o que me despertou bastante interesse.
Rui Pedro Fernandes Coelho,9.º D

        “O Fantasma de Canterville”,de  Oscar Wilde, ocorre no castelo de Canterville no século XIX, sendo a família Otis, constituída pelo senhor e senhora Otis e os seus quatro filhos, e o fantasma Sir Simon umas das personagens.
O conto fala de quando essa família se muda para o castelo, e passa a conviver com o fantasma, que os tenta assustar. Enquanto que os Canterville são ingleses e aristocratas, os Otis são americanos  e bastante republicanos, sendo que não se deixam assombrar pelo sobrenatural.
        Em geral, gostei do conto pois ele era divertido e, ao mesmo tempo ensina-nos como o amor ultrapassa tudo o resto.

         Eva Sofia Sampaio da Cunha, 9.ºE




A Pérola é uma obra literária que retrata muito bem as diferentes classes sociais da sociedade atual e, como são importantes para as pessoas conseguirem oportunidades na vida e para estas serem tratadas dignamente.
Nesta história, constatei que o médico e algumas pessoas mais ricas tratavam Kino e todos os pobres de maneira bruta, covarde e humilhante. Reparei também que, quando Kino encontrou a pérola, todos, incluindo o médico, passaram a tratá-lo melhor.
Por tudo isto, concluí que o dinheiro abre muitas portas na vida e, por vezes, torna as pessoas corruptas, querendo sempre mais.

Francisco Silva, 8.º B

 Neste livro, as diferenças sociais entre ricos e pobres são várias vezes referidas em ocasiões como a tentativa de Kino se encontrar com o médico, em que por não ter como lhe pagar, Kino foi mandado embora.
Estas diferenças são também patentes nas habitações: enquanto os pescadores viviam em modestas cabanas, os moradores mais ricos viviam em casas de estuque.
A Pérola fala também no egoísmo e materialismo, pois mal a novidade de que Kino e Juana tinham ficado ricos chegou aos ouvidos do médico, ele ofereceu-se para ajudá-los, pois sabia que eles lhe poderiam pagar.


Nuno Luís Xavier Matos, 8.º B
              
A história de A Pérola, mesmo não sendo atual, representa o mundo civilizado em que vivemos, porque, infelizmente, ainda nos dias de hoje assistimos à discriminação aos mais pobres ou aos de outras raças e religiões.
Por um lado, o povo de Kino representa uma sociedade desfavorecida, que vive com pouco dinheiro, em lugares pobres e mal alimentados.
Por outro lado, os que vivem na cidade têm melhores condições, vestem-se bem, comem até se fartarem (é o caso do médico) e têm muito dinheiro. E, ao invés de ajudarem os que mais precisam, ajudam aqueles que sabem que têm a possibilidade de lhe pagar muito.

Mariana Soutelo, 8.º B

        


Como leitora, o que eu gostei mais nesta obra, O Guarda da Praia, foi a amizade que se criou entre a rapariga e o Dunas e  pelo facto de ser uma obra cativante  em que se lê um capítulo e apetece logo ler o seguinte para obter respostas a certas perguntas sobre a vida do Dunas. Apreciei também o pormenor interessante do rapaz ter medo do Velho da mata e ele ser o seu avô.
O que eu gostei menos foi o desaparecimento do Velho pois preferia que ele tivesse voltado para o lado de Sara e que não fosse viver para a América, já que ficou uma dúvida no ar: “Será que eles se voltarão a ver?”
Para concluir, apesar de não ter sido tudo como eu gostava, eu adorei este livro.

Carolina Baptista, 7.º B

O Guarda da Praia impressionou-me por ser um romance e o protagonista ter o mesmo nome que eu, que me levou a gostar mais dessa personagem.
Também gostei da ligação e do amor escondido entre as personagens e do desenvolvimento do texto, em que o leitor vai descobrindo a história na progressão da leitura, entendendo melhor o significado dos capítulos um após outro. Destaco com menção especial o primeiro e o último capítulos por serem realmente tocantes.
Nao gostei tanto que as duas personagens não se tivessem tornado oficialmente namorados no final. Eu acho que isso dava um bocadinho de temperatura à história.

Luís França, 7.º D

O que mais me impressionou na obra O Guarda da Praia foi por de falar sobre o amor entre Dunas e Concha, o carinho e a paixão que sentiam um pelo outro.  
Acho que o texto é magnífico, principalmente por tratar de um romance à beira-mar, com muita criatividade por parte da autora, Maria Teresa Gonzalez.
O único detalhe de que não gostei foi de Dunas ter ido viver para a América com o seu pai, em vez de ter ficado com a escritora. Mas compreendo, pois, afinal, eram pai e filho e todos devem seguir os seus sonhos.

Daniela Correia, 7.º C

Nesta obra o que mais me impressionou foi a ligação que Dunas e a narradora criaram. Eram duas pessoas que não se conheciam, mas que estavam intimamente ligadas  como se se pertencessem mutuamente.
Apesar de as suas vidas serem muito diferentes nada impediu que Dunas abrisse o seu coração para com ela e a deixasse entrar no seu “mundo”. A narradora, por sua vez, ganhou um amor a este menino quase de mãe o que me mostrou por mais difícil que a vida seja há sempre alguém que nos faça enfrentar os nossos medos e que esteja lá para nós. É, por isto é que neste livro a ligação deles me marcou.

Inês Gonçalves , 7.ºC

        Eu gostei muito do livro, porque a história era engraçada e os seus personagens também.
        Embora não gostasse muito do final, não vejo o porquê de não ler este livro.
        Havia partes divertidas, partes mais “chatas”, havia aqueles momentos em que nos apetecia saltar para o último capítulo para saber se eles tinham ficado juntos, se ela acabou o romance e se alguém tinha morrido.
        Eu acho que toda a gente da minha idade devia ler o livro porque é muito bom.


José Eduardo Santos, 7.ºE


sábado, 22 de novembro de 2014



O título do meu livro preferido é “O diário de um Banana ORA BOLAS 8” cujo autor é Jeff Kinney e a editora Booksmile. Recebi-o de uma colega da minha turma no meu 11.º aniversário.
O livro fala do Greg (personagem principal) que perdeu o seu único amigo, o Rowleys e a partir daí acontecem-lhe muitas coisas estranhas e cómicas. Passo a relatar alguns episódios: o que me recordo mais, foi quando o Greg encontrou a aliança da avó que era muito valiosa. Ela era quem escondia os ovos na Páscoa, mas ela exagerava nos sítios onde os escondia. Por exemplo, uma vez escondeu um ovo na sanita! O Greg quando encontrou a aliança, pensou numa série de coisas, mas pô-la no armário da mãe.
Outro episódio engraçado do livro está relacionado com a metamorfose das lagartas. Uma semana antes das lagartas se transformarem em borboletas, o Greg por lapso, colocou a caixa que continha as lagartas, em cima do aquecedor e elas morreram.
Escolhi este livro porque o achei engraçadíssimo e tem um vocabulário próprio para a minha idade. Recomendo este livro a todos os meus amigos e familiares.
Não percam os outros livros do Greg O diário de um Banana 1; O diário de um Banana O RODRICK É TERRÍVEL 2;  O diário de um Banana A ÚLTIMA GOTA 3, O diário de um Banana UM DIA DE CÃO 4; O diário de um Banana A VERDADE NUA E CRUA 5;  O diário de um Banana TIREM-ME DAQUI 6 ;  O diário de um Banana… E O FILME, e O diário de um Banana… E O MEU”.

Guilherme Monteiro – 6ºA



O meu livro preferido chama-se “O segundo ano no Colégio das Quatro Torres”. Tenho a 5ª edição que foi escrita por Enid Blyton e é da editora “ Leya”. O livro está dividido por capítulos.
Tenho este livro desde dezembro do ano passado, porque me foi dado pelo Guilherme da nossa turma, nos meus anos.
Eu escolhi este livro, porque assim que o comecei a ler motivou-me bastante e em dois dias já tinha lido dois capítulos. Só vou contar o primeiro para ficarem com curiosidade por conhecer toda a história!
Um dia a Diana, que era uma aluna desse colégio situado na Cornualha, ia para o segundo ano e estava cheia de saudades, pois tinha estado de férias. Ela estava entusiasmadíssima por regressar, mas ainda tinha muito que esperar uma vez que o colégio ficava longe.
Os Rivers, pais da Diana, ofereceram boleia à melhor amiga dela, a Celeste Hoppe, pelo que as duas iam entretidas ora a tagarelar, ora a dormitar. Os Rivers iam à frente, um a dormir o outro a conduzir.,Esperava-as uma enorme viagem até à Cornualha…


É fantástico e motivador. Aconselho-vos a ler. É mesmo fixe!

Inês Dias, 6º A

terça-feira, 4 de novembro de 2014


O meu livro preferido chama-se : «O pássaro da cabeça e mais versos para crianças» e é da autoria de Manuel António Pina.
No livro podemos ler vários poemas, mas para mim o que se destacou foi  «O aviador inventor».
Decidi escolher este livro de poemas, porque gosto de declamá-los e também porque gosto da maneira de como o poeta exprime os seus sentimentos.
Este livro veio-me parar ás mãos por causa de um concurso que se realizou na minha escola.
Eu recomendaria este livro a algumas das minhas colegas, porque também gostam de declamar poesia . Além disso quando lemos poemas a nossa imaginação começa  a crescer e vamos para outro planeta.

Luana Ribeiro
6ºA

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O livro de que eu mais gosto chama-se " Exploradores Intrépidos " de Anita Ganeri.
Este livro foi-me dado numa festa de Natal da GNR e escolhi-o de entre  três livros que puseram à minha disposição e, sem pensar duas vezes, agarrei logo este como se fosse algo muito importante.
O livro tem como assunto a vida dos primeiros homens a habitar a terra que foi praticamente há 3,5 milhões de anos. Estes viajavam sem parar para poderem sobreviver. Caçavam animais selvagens para a sua alimentação, abrigavam-se em grutas escuras e perigosas e fugiam para muito longe dos horrorosos glaciares que cobriam a Terra. Nunca sabiam onde estavam e fascinavam-se  facilmente com tudo o que os rodeava. Eram exploradores intrépidos, andavam dias, dias e mais dias em busca de uma coisa que, nos nossos tempos, não damos importância, mas naquele tempo era inacreditável.Para eles ficar muito tempo parados significava " comichão nos pés".
Escolhi este livro pelas fantásticas ilustrações, pelo título, pela autora, e pelo facto de ser um livro do Plano Nacional de Leitura - Ler+.
Eu recomendava este livro porque é fascinante e aprende-se muito sobre História e Geografia. 

Rúben, 6º A       
O meu livro preferido chama-se «Frankenweenie». Trata-se de um livro baseado num filme realizado por Tim Burton e adaptado por Elisabeth Rudnick.
Um dia, enquanto estava a ver televisão, apareceu uma publicidade na televisão sobre o filme «Frankenweenie». Uns dias mais tarde, encontrei em destaque um livro com o mesmo nome, na biblioteca da escola e decidi requisitá-lo.
Este livro conta a história de um rapaz chamado Victor que vive com os seus pais e o seu cão Sparky.
Victor adora fazer experiências e criar filmes em 3D. Mas num dia normal como todos os outros Sparky tem um terrível acidente e é atropelado. Dias mais tarde, na aula de ciências falaram de como reanimar e dar vida a alguém que já morreu e, assim Victor decidiu experimentar.
Nessa noite pegou em Sparky e fez essa experiência. Mas os amigos descobriram e pediram-lhe para fazer o mesmo com outros animais,  só que os animais tornam-se monstros e tem que os matar.

Eu gostei de ler o ler e recomendo-o a todos os meus colegas.

Liliana Meneses,6ºA